Democracia é no
voto.
Não sei se a vocês,
mas a mim dá medo, o caráter belicista de alguns do anti-petismo.
Nem por tanto, isso será um pedido de reconciliação, por não
estarmos em guerra. No entanto, resultam surrealistas seus gritos de
guerra, totalitários, nazis e não sei quantos floretes mais
desembainharão, digo tudo isso, partindo do quê e como explicitam
seus slogans, que vejo e leio, e nada menos, a pedir o desaparecimento
do partido dos trabalhadores. Sim, lhes convém, se entende os
partidários, cada vez menos dissimulados, do submetimento de
parcelas da população, que mal botou a cabeça para fora, nestes cinco
lustros de democracia parca, e como não nos conseguem assimilar,
pedem nossa desaparição.
Têm usado de todos
seus equipamentos para além do limite do razoável, e as vezes de
forma bizarra como o insepulto defunto, e as eleições ganham
contornos do Incidente em Antares.
Gostaria muito de
não pensar nisso tudo. Gostaria muito que nas próximas eleições
celebrássemos uma democracia menos rarefeita de ideias. Gostaria
muito de celebrar uma vitória, não a derrota deles, mas isso
tardará outros lustros.
Por agora, pode
parecer, que queira justificar os descaminhos defraudadores de
alguns, porque não me gosta muito isso tudo, titular a vida
política como ''politiqueira'' e ''corrupta''. No entanto, ainda
que pareça, não sou contra conhecer as porcarias que estão
debaixo do tapete, dentro dos armários. Me debato, sim, pela
emancipação cidadã, que por sorte me parece desairada, respira
outros ares...
Assim, se quero
emancipação, quero também transparência, decência, da mesma
forma que quero um país mais justo e limpo. Com vertigem. Com valor,
Com vontade e voto. Acima de tudo, Voto.
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